Em 2016/2017 alardearam q o novo CPC resolveria a maior de todas as mazelas do judiciário: a morosidade. Afinal, o código "antigo" já não respondia às demanda da sociedade atual. O novo diploma, enfim, chegara para garantir a felicidade geral dos jurisdicionados. Lembram-se das inúmeras entrevistas, das intensas exposições midiáticas? Meras promoções pessoais! Quatro anos depois, o que temos? Muitos juízes sequer tomaram conhecimento do novo código. Tudo como d´antes! Em suma, colega, nosso sistema judiciário é um imenso "faz-de-constas". Não embarquemos na falácia de q falta estrutura, pessoal, equipamentos etc, etc. Nunca faltou dinheiro p palacetes e privilégios! Logo, o q falta é vontade, comprometimento, e, secundariamente, capacidade gerencial. Oportunas são as palavras do saudoso e competente Min. Sálvio de Figueiredo, coordenador das grandes reformas promovidas no CPC/73 na década de 1990: "pouco resultará de novas leis se não se renovarem as mentes judicantes."